maca peruana

Maca Peruana: a diferença entre vermelha, amarela e preta

A maca peruana (Lepidium meyenii) compõe a tradição culinária e medicinal do Peru há centenas de anos. Diversos estudos foram realizados para descobrir os benefícios da maca peruana para a humanidade, podemos citar aqui sua ação antioxidante e anti-inflamatória, além do efeito neuroprotetor, imunomodulador, regulador hormonal e entre outros. (1,2,3,4) Existem aproximadamente 13 tipos de variações da maca peruana que se dividem conforme a coloração, e cada uma corresponde a diferentes propriedades. (1,2,3,4) Neste texto, vamos falar sobre as características da maca peruana nas cores vermelha, amarela e preta e entender a diferença entre elas. Uma visão geral sobre a maca peruana Antes de explicarmos a diferença entre os tipos de maca peruana, vamos entender um pouco mais sobre ela! A maca peruana, ou Lepidium meyenii, é uma planta originária da Região dos Andes no Peru, mas pode ser encontrada em outros países da América do Sul, como na Bolívia, Colômbia, Chile e Argentina. O cultivo da espécie mais conhecida, Lepidium meyenii Walp, se dá nas altas montanhas do Andes, em altitude de 3.500 a 4.800 metros acima do nível do mar. (1) A raiz tuberosa da maca peruana tem sido utilizada há séculos como planta alimentar e medicinal e sua procura é motivada pela relação com o aumento da vitalidade, promoção da libido, aumento da fertilidade e do desempenho sexual de homens e mulheres. (1) Existem 18 a 19 tipos de aminoácidos que integram a maca peruana, dos quais 7 são considerados essenciais e, inclusive, as concentrações dessas substâncias são maiores do que encontramos

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Adoçantes naturais e sintéticos: qual a diferença entre eles?

A preferência pelo sabor doce é algo inerente aos seres humanos. Porém, com o aumento da busca por estilos de vida mais suadáveis, a procura por adoçantes também aumentou. Mas será que sabemos escolher o adoçante ideal? Será que todo adoçante é mais saudável que açúcar? O que sabemos é que o consumo de açúcar em excesso gera efeitos prejudiciais ao nosso organismo, como o aumento do risco de diabetes e das reservas de gordura no fígado, além do ganho de peso. (1,2) A Organização Mundial da Saúde considera que a ingestão de açúcar deve representar de 5% a 10% das calorias diárias, porém, pesquisas apontam que o consumo diário brasileiro chega a atingir 16% a 18%, muito acima do recomendado pela OMS. (2) Neste texto, vamos tratar sobre os adoçantes naturais e sintéticos e entender como eles atuam no nosso organismo. O que são e como atuam? Os adoçantes, também conhecidos por edulcorantes, são substâncias capazes de conferir sabor doce aos alimentos, normalmente utilizados como substitutos ao açúcar. Além disso, possuem pouco ou nenhum valor calórico e a maioria deles não são absorvidos pelo organismo. (2,3,4,5) Adoçantes podem ser naturais ou sintéticose a principal diferença entre essas duas classificações está nos ingredientes utilizados na produção e o sabor. (2,3,4,5) Independentemente do tipo, todos os edulcorantes utilizados em solo brasileiro devem ser aprovados pela ANVISA. Sem contar que ainda passam pela avaliação de órgãos internacionais que orientam quanto à ingestão diária máxima recomendada dos adoçantes. Apesar de ser um bom substituto do açúcar, seu uso

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Existe segredo para ser feliz?

Somos seres individuais e com desejos tão particulares. Muitas vezes, imaginamos sermos tão diferentes de todo mundo e é como se ninguém pudesse nos compreender, mas, uma coisa, acreditamos que todos temos em comum: a vontade de ser feliz, esse desejo de sentir a felicidade até a última gota e experimentar a sensação de estar aproveitando a vida do melhor jeito possível. A felicidade pode ser sentida de inúmeras formas, mas a ciência descobriu que é possível ter algumas chaves para acessá-la com mais facilidade e plenitude: as nossas relações! A gente te explica e ainda fala sobre mais pontos importantes que estão relacionados à nossa felicidade. Felicidade e relacionamentos Um estudo desenvolvido durante 75 anos pela Universidade de Harvard, que trata-se de uma das mais longas pesquisas já noticiadas, acompanhou 724 homens, monitorando a vida deles no trabalho, em casa e exames médicos anualmente, concluiu que a principal razão para a felicidade são os bons relacionamentos, pois ajudaram a mantê-los saudáveis por mais tempo, auxiliaram no relaxamento do sistema nervoso e atuaram na redução das dores tanto emocionais quanto físicas. Observou-se, também, que pessoas solitárias tiveram o cérebro deteriorado com mais velocidade, resultando em uma piora na saúde e menos longevidade. É possível e vale a pena conferir mais dados sobre esse estudo em uma TED Talk feita por um dos diretores do estudo, Robert Waldinger. (1) Muitos de nós acreditamos que a felicidade está majoritariamente relacionada com a satisfação com o trabalho, no ganho financeiro, na conquista material e em outros fatores, mas,

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5 dicas para reduzir o estresse no dia a dia

Estudiosos afirmam que o estresse e a ansiedade são os males característicos do nosso século. Vários aspectos da vida moderna contribuem para essa declaração, como o excesso de informações que recebemos a todo momento, preocupação com trabalho, vida e família. Alguns sintomas típicos desses problemas incluem taquicardia, falta de ar, insônia, irritabilidade e cansaço frequente. (1) Eliminar o estresse da nossa vida é uma tarefa quase impossível. Apesar de um pouco de inquietação ser bom e essencial para a sobrevivência, as tensões prolongadas podem gerar sérias consequências. (2,3) Então, para amenizar períodos estressantes, a dica da OMS (Organização Mundial da Saúde) é que, primeiramente, paremos e prestemos atenção em nossas próprias necessidades e sentimentos. (4) Conheça, neste texto, algumas orientações que podem ajudar a driblar o estresse e melhorar a qualidade de vida. Consequências do estresse        Antes de tudo, vamos relembrar o que é o estresse, tipos e causas do problema. O estresse é uma reação natural do organismo que ocorre quando vivenciamos situações de perigo ou ameaça. Para se adaptar ao cenário, o organismo libera reações que ativam a produção de hormônios, como a adrenalina. É como se o nosso corpo estivesse em estado de alerta ou alarme, que pode provocar mudanças físicas e emocionais. (5,6) Os tipos de estresse são: (5) agudo: é mais intenso e curto, comumente causado por situações traumáticas, mas passageiras; crônico: afeta a maioria das pessoas e tem como principal característica ser presente diariamente e constantemente, em pequenas porções e de modo mais suave. O estresse

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propósito de vida

Ter propósito de vida te faz mais feliz e saudável

Há algum tempo a pauta do propósito de vida tem chegado a mais pessoas. Por meio de livros, palestras, religiosidade, psicologia e outros, o estudo do bem-estar, autoaceitação, crescimento pessoal, autonomia, relações positivas com os outros e assuntos relacionados passaram a despertar maior interesse da população. Mesmo se tratando de algo tão subjetivo, falar sobre propósito é, também, falar sobre saúde e envelhecimento saudável. Quer ver? O que é ter um propósito de vida? Não há apenas uma definição sobre isso. Filósofos questionam o sentido da vida há milênios e essa não é uma pergunta que possa ser respondida tão facilmente. De acordo com Damon, Menon & Bronk (2003 apud SHINODA, 2019, p. 21), o propósito de vida é uma intenção estável e generalizada de alcançar algo que é ao mesmo tempo significativo para o eu e gera consequências no mundo além do eu. (1) Segundo Guerra (1992, p. 97 apud RODRIGUES, p. 2), ter um sentido de vida quer dizer “a existência consciente de um propósito ou missão na vida da pessoa, que faz orientar-se com destino à sua concretização”. (2) Bronk (2014 apus RODRIGUES, p. 2) diz que a relação com o sentido de vida inicia desde a infância, quando nos envolvemos em atividades com propósito e intencionalidade, e que isso pode nos auxiliar a desenvolver aspirações e encontrar significado. Ainda de acordo com este autor, a busca pelo propósito de vida atinge um auge quando as questões de identidade são resolvidas e isso, geralmente, ocorre na transição entre a adolescência e a

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Vegetariano ou vegano? Você conhece a diferença?

Segundo uma pesquisa Ibope, cerca de 14% dos brasileiros (aproximadamente 30 milhões de pessoas) são adeptos ao vegetarianismo. Esse mesmo estudo apontou ainda que 55% dos entrevistados têm interesse em consumir mais produtos veganos. As motivações para se tornar adepto ao estilo de vida vegetariano ou vegano estão relacionadas, principalmente, à saúde, bem-estar dos animais e preocupação com o meio ambiente. (1) Apesar do crescente interesse da população, é comum a confusão entre os termos vegetarianismo e veganismo. Você saberia nos dizer a diferença entre eles? É o que vamos explicar neste texto.  O que é ser vegetariano? Vegetariano é aquele que não se alimenta de nenhum tipo de carne e nem de produtos feitos com carne. Ou seja: carnes de vaca, frango, peixe ou produtos como presunto, salsicha e salame são alguns dos itens que não são bem-vindos nesse regime alimentar. O número de restrições aos alimentos de origem animal no cardápio diário é o que nos leva a determinar o estilo de dieta vegetariana adotada. (2) Vejamos a seguir:  Tipos de vegetarianos:  Ovolactovegetariano: não consome nenhum tipo de carne, mas utiliza ovos e laticínios. A maioria da população vegetariana está incluída nesse grupo. (2, 3, 4) Lactovegetariano: veta o consumo de carne e ovos, mas utiliza laticínios. Comum na Índia e lá está ligado a razões religiosas. (2, 4) Ovovegetariano: não consome carnes nem laticínios, mas utiliza ovos. (2) Vegetariano estrito: não utiliza nenhum produto de origem animal na sua alimentação. (5) Talvez, agora, você esteja pensando: será que, ao excluir esses alimentos

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covid-19

Covid-19: os principais efeitos e dicas para a recuperação

Desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o novo coronavírus (Sars-CoV-2) como uma pandemia mundial, foram realizados diversos estudos científicos que contribuíram para a compreensão da Covid-19 e seus efeitos no organismo. Hoje, já entendemos que o coronavírus é bem mais do que uma “pneumonia um pouco mais severa”. Trata-se de uma enfermidade mais abrangente que é capaz de infectar, além do pulmão, órgãos como: coração, rins e sistema nervoso central. (1) Sendo assim, neste texto falaremos sobre os principais danos metabólicos causados pela Covid-19 e como podemos auxiliar o nosso corpo para uma boa recuperação.  Covid-19: uma doença sistêmica, além de respiratória Em primeiro lugar, vamos entender que o coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. Até este momento, são conhecidos 5 gêneros, entre eles o SARS-CoV-2, o vírus causador da Covid-19. (2) Para se tornarem intracelular, os coronavírus utilizam um mesmo receptor nas células-alvo: a enzima conversora da angiotensina 2 (ECA2). A angiotensina 2 é uma substância que contrai os vasos e aumenta a pressão sanguínea, presente na membrana de vários tipos celulares, sendo amplamente difusa no organismo. A ECA2 conta com a ajuda de uma molécula conhecida por proteína S, na qual a ligação entre as duas substâncias possibilita a atividade intracelular da Covid-19 facilitando sua reprodução. (3) Cientistas afirmam que os pulmões são os alvos principais do Sars-CoV-2. Quando o vírus causador da Covid-19 atravessa a barreira imunológica e chega ao pulmão, a infecção segue se alastrando por outros órgãos. Artigos científicos destacam que as regiões

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Microbiota intestinal

Microbiota intestinal: por que ela é vital para o organismo?

Provavelmente, você já ouviu falar na flora intestinal, certo? Denominada também como microbiota intestinal, trata-se de uma biodiversidade de micróbios que habitam o nosso trato gastrointestinal e que é muito importante para a manutenção da nossa saúde. (1) Neste texto, vamos descobrir, juntos, qual a função desse ecossistema que é único em cada indivíduo e o quanto seu equilíbrio influencia em diversas áreas da saúde do nosso organismo. (2)  O que é a microbiota intestinal? Dizer que somos quase metade humanos e metade micróbios não é tão absurdo assim. A microbiota intestinal nada mais é do que as bactérias, vírus e fungos que habitam todo o nosso trato gastrointestinal. Estima-se que a população da microbiota intestinal chega a quantidade de 100 trilhões de micro-organismos que, juntos, pesam cerca de 2kg, sendo mais pesado que o nosso cérebro. É importante ressaltar que, sem essas bactérias, não sobreviveríamos, já que elas são responsáveis pela produção de enzimas e hormônios que proporcionam a digestão, por exemplo. (1,3,4) O desenvolvimento da microbiota intestinal acontece logo após o nascimento. Inclusive, a mãe é a primeira fonte de micro-organismo das crianças. Indivíduos que nasceram de parto normal entram em contato com as bactérias mais rapidamente do que aqueles que chegaram ao mundo por cesárea. Isso ocorre porque, no parto normal, já vivenciamos um contato direto com a microbiota fecal materna, ao contrário da cesárea, em que a contaminação inicial acontece pelo meio ambiente que retarda o estabelecimento da microbiota. (3,5) A microbiota intestinal é um ecossistema único de cada indivíduo e

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magnésio

Magnésio: entenda os sinais da deficiência desse mineral

Se pedíssemos para citar algum nutriente benéfico para o nosso organismo, talvez você nem se lembraria do magnésio. Saiba que esse mineral vem sendo cada vez mais valorizado na alimentação, conquistando sua importância na dieta e na prevenção de doenças. O magnésio é essencial à vida animal e vegetal por diversos motivos, mas, o fato de participar de mais de 300 reações químicas, atuando como estimulador da memória, do desempenho, do aprendizado, do humor e de atividades físicas, faz com que essa versátil habilidade de envolvimento em diversas funções se destaque dentre suas principais propriedades. (1,2,3) Ficou curioso(a) para saber mais sobre esse mineral? Continue a leitura, está imperdível! Os benefícios do magnésio para a saúde O magnésio realiza várias funções no corpo humano. Um dos principais papéis desse mineral é a regulagem da contração dos músculos, que ocorre como resultado da sua participação no transporte de potássio através das membranas celulares. Ao controlar essas contrações musculares, ele ajuda a manter o bom funcionamento do coração e ainda contribui para a diminuição dos riscos de hipertensão. (1,3) Uma outra consequência é o incentivo na recuperação dos exercícios físicos e na redução de dores e cãibras. Também não podemos nos esquecer da relação do magnésio com o cálcio, pois ele é importante na fixação desse nutriente nos ossos, além de ajudar na formação de ATP, molécula que conserva a energia básica do organismo. (1,3) Saiba mais sobre os benefícios do magnésio: (1) Ação antioxidante: pode ajudar a conter os radicais livres; Promove a saúde cardiovascular: regula

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novembro azul

Novembro Azul: o óleo de abóbora na melhora da saúde da próstata

A campanha conhecida como Novembro Azul chama a atenção para o câncer de próstata e o cuidado do homem com a saúde. Por muitos anos, falar sobre os cuidados com a saúde do homem não era tarefa fácil, pois era preciso enfrentar a cultura paternalista em que figura masculina tinha o papel de provedor e jamais poderia demonstrar fragilidade. Além disso, também sempre existiu muito preconceito em torno do exame de toque, o que dificultava muitos homens a de cuidarem da saúde. Apesar desse cenário já ter mudado muito, ainda é preciso aumentar a discussão sobre o assunto, porque ainda existem muitos homens que deixam a saúde em segundo plano. Foi pensando nisso e com base em evidências que mostram que o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os  homens no Brasil,  com cerca de 68 mil casos e 13 mil mortes por ano, que a campanha Novembro Azul foi criada, destacando a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata na redução da incidência de mortalidade. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), um em cada seis brasileiros terão a doença ao longo da vida. (1,2) Quando falamos em prevenção, não podemos deixar de lado uma  alimentação rica em frutas, legumes, grãos e cereais integrais. (3) Por isso, neste texto, vamos abordar especificamente as propriedades do óleo de abóbora e seus compostos, que ajudam na missão de reduzir o risco do câncer de próstata.  Afinal, o que é o câncer de próstata? A próstata é uma glândula do sistema reprodutor masculino,

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imunidade infantil

4 atitudes que fortalecem a imunidade das crianças

Uma das preocupações da maioria dos pais é saber como fortalecer a imunidade das crianças, afinal, durante a infância, com o início do contato com o mundo externo e social, é comum a presença frequente de gripes, resfriados, viroses ou dores de ouvido nas crianças, se tornando uma dor de cabeça para os pais e incômodo aos pequenos. Um dos motivos que contribuem para o adoecimento na infância está relacionado à imaturidade do sistema imunológico, no qual o processo de desenvolvimento e produção de anticorpos só acontece na adolescência. Visto que o aparelho imune se encontra mais frágil do que o dos adultos, existem algumas atitudes que podem ajudar a fortalecer a imunidade das crianças. (1,2) Saiba mais nos próximos tópicos.  Como funciona o sistema imunológico? O sistema imune é formado por um time de células e moléculas dispersas pelo nosso corpo que tem a função de, primeiramente, reconhecer e, depois, destruir ou inativar qualquer condição considerada estranha ao organismo, como uma bactéria ou vírus. Para que esse papel de ataque seja executado corretamente, o sistema conta com a ajuda de alguns órgãos que produzem diversos tipos de células de defesa, como as amígdalas, medula óssea e até mesmo a nossa pele. Além desses órgãos, também existem tecidos, caracterizado como um conjunto de células, espalhados por inúmeras partes do corpo, como no intestino. (2) É importante saber que as crianças já nascem com parte do sistema imunológico pronto, que vai se desenvolvendo aos poucos. Sendo assim, o início da formação desse sistema ocorre ainda no

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vitamina d e saúde mental

Vitamina D e saúde mental: qual a relação?

A famosa vitamina D, que na verdade não é uma vitamina, mas sim um hormônio, pode desempenhar diversas funções que beneficiam não só a saúde dos ossos (como estamos acostumados a ver), mas também o sistema nervoso central, como indicam algumas pesquisas, contribuindo para a manutenção das atividades cerebrais e no tratamento contra patologias mentais, como a depressão. Neste texto, vamos falar rapidamente sobre os benefícios da vitamina D para o organismo, os riscos que a deficiência desse hormônio pode causar e o impacto que ela pode causar na saúde mental. Vamos lá? (1,2)  Benefícios da vitamina D Definida como um hormônio que promove a absorção de cálcio pelo corpo, a vitamina D não é tão fácil de ser encontrada em uma dieta comum. No entanto, saiba que a nossa pele é capaz de produzir essa vitamina quando está em contato com os raios solares. Sendo assim, a fonte mais abundante de vitamina D é o sol, um elemento, digamos assim, acessível a todos nós. Mas, lembre-se: o tempo de exposição sempre deve ser bem controlado para evitar complicações e garantir benefícios à saúde. (1,3) Há dois tipos de vitamina D: a D3 e a D2. A D3 é encontrada em animais, incluindo peixes, e também é o tipo que a nossa pele produz quando está exposta ao sol. Já a D2 vem de alimentos vegetais e cogumelos. Estudos apontam que a vitamina D3 é a mais eficiente e a escolha número 1 na hora de realizar suplementação alimentar. (1) Agora que você já conhece

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