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Antioxidantes na prevenção de doenças crônicas

Atualmente, a busca por uma vida mais longa e saudável é uma prioridade para muitas pessoas. Diante dos contratempos que podem surgir, os antioxidantes podem atuar como defensores do nosso organismo. Neste texto, vamos entender de maneira prática e objetiva como essas substâncias podem contribuir na promoção do bem-estar e na proteção contra enfermidades. O que são antioxidantes e para que servem? Os antioxidantes são substâncias que defendem os sistemas biológicos dos efeitos prejudiciais causados pelos processos ou reações que resultam na oxidação de moléculas celulares. (1) O sistema antioxidante tem dois grupos principais: os antioxidantes que o corpo mesmo produz, chamados de endógenos, principalmente as enzimas antioxidantes; e os antioxidantes que obtemos dos alimentos, chamados de exógenos. (1) Trabalhando juntos, esses grupos antioxidantes podem ajudar a proteger nossas células contra danos causados por radicais livres e processos oxidativos. (1) Os antioxidantes presentes nos alimentos, após ingeridos, sacrificam-se para neutralizar a ação dos radicais livres. Por isso, é importante repor esses antioxidantes regularmente, consumindo alimentos que os contenham. (1) Pesquisas, como a realizada por Tesoriere et al. (2004), indicam que uma alimentação abundante em frutas e vegetais pode contribuir para a diminuição dos danos oxidativos em partes importantes do nosso corpo. (1) Desse modo, os antioxidantes podem atuar em diferentes níveis na proteção dos organismos. Enumeramos algumas ações, veja: Podem evitar a formação de radicais livres, principalmente impedindo reações em cadeia com ferro e cobre. (2) Antioxidantes podem ser capazes de “pegar” os radicais livres gerados pelo nosso corpo ou por fatores externos, evitando que

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Celulite: o que é, causas, tratamentos e dicas nutricionais

A celulite, uma preocupação estética que pode afetar o bem-estar de muitas pessoas, é um fenômeno comum, mas frequentemente mal compreendido. Embora não seja exclusiva de um grupo específico, a celulite tende a afetar principalmente mulheres e sua presença pode ser influenciada por uma variedade de fatores, como genética, estilo de vida e hormônios. (1) Neste texto, você vai descobrir o que é a celulite de verdade, como ela aparece, os tipos que existem, maneiras de diminuir seu aspecto e como a nutrição pode ajudar. O que é celulite? Há mais de 150 anos, surgiu na literatura médica francesa o termo “celulite”, embora seja crucial entender que não se referia a uma inflamação ou infecção celular. (2) Esta condição é caracterizada pela aparência irregular e ondulada da pele, que se assemelha ao aspecto de casca de laranja ou ao queijo tipo cottage. Na ciência, também é conhecida como adiposidade edematosa, lipodistrofia ginoide e dermatopaniculose deformante. (2) A celulite é mais comum em mulheres e, geralmente, se manifesta em áreas do corpo onde a gordura é influenciada pelo estrógeno, como quadris, coxas e nádegas. (2) Além disso, o aparecimento da celulite pode acontecer em regiões como mamas, parte inferior do abdome, braços e nuca, notavelmente nas áreas onde ocorre o padrão típico de deposição de tecido adiposo feminino. (2)  Quais as causas da celulite? A origem da celulite ainda é desconhecida, porém, diversas causas parecem desempenhar um papel no seu desenvolvimento, englobando fatores estruturais, circulatórios e inflamatórios, além de alterações hormonais. (2) Existem três principais teorias

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8 razões para evitar a automedicação e preservar sua saúde

Quem nunca teve uma dor de cabeça e pensou: “ah, vou tomar um remédio, deve resolver”? A automedicação muitas vezes parece a solução fácil para os nossos problemas de saúde, mas será que é tão simples assim? Vamos parar um pouco para pensar nos riscos que estamos correndo quando decidimos ser nosso próprio médico. Neste texto, você vai descobrir por que a automedicação pode não ser tão inofensiva quanto parece, e como podemos repensar nossos hábitos para cuidar melhor da nossa saúde. Continue a leitura! A questão da automedicação no Brasil Durante a colonização portuguesa no Brasil, surgiu o hábito da automedicação. Naquela época, os boticários, que eram os responsáveis pelo cuidado da saúde, forneciam receitas à população sem um respaldo científico sólido. (1) Essa prática persistiu ao longo de dois séculos, e ainda hoje muitos brasileiros recorrem diretamente às farmácias para lidar com questões de saúde, como dores de cabeça e crises de hipertensão arterial. (1) Contudo, a automedicação, longe de ser apenas uma prática cultural, tem implicações sérias para a saúde, contribuindo para a morte de aproximadamente 20 mil pessoas por ano no país, conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (Abifarma). (1) Podemos perceber que, desde tempos antigos até hoje, todo mundo usa remédios, mas é importante ter cuidado. Se utilizados de maneira inadequada e sem prescrição médica, podem ter consequências graves, às vezes até irreversíveis. Por isso, é essencial prestar atenção para evitar consequências indesejadas do uso indiscriminado de medicamentos. (2) O que leva uma pessoa a se automedicar? São

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6 sintomas principais de doenças respiratórias

A saúde dos nossos pulmões é essencial para que possamos viver uma vida plena e ativa. Mesmo sendo uma função vital, a respiração muitas vezes é ignorada até que problemas se manifestem. As doenças respiratórias são a principal causa de internações no Sistema Único de Saúde (SUS) e também contribuem significativamente para a mortalidade infantil. (1) Elas podem afetar qualquer pessoa, independentemente da idade, gênero ou condição social. Para prevenir e lidar com essas doenças, é importante conhecer seus sintomas. Ao identificar os sinais precocemente, podemos agir proativamente para manter uma boa qualidade de vida. Por esse motivo, convidamos você a continuar a leitura deste texto, no qual forneceremos informações importantes sobre o tema. De resfriados a pandemia  Nos últimos 200 anos, o mundo enfrentou uma série de epidemias e pandemias que causaram a morte de milhões de pessoas. Algumas das doenças mais conhecidas são a gripe espanhola, a SARS, a gripe A (H1N1) e a COVID-19. (2) Todas essas doenças são motivadas por patógenos transmitidos pelo ar, o que significa que podem se espalhar facilmente de uma pessoa para outra, por meio de gotículas respiratórias, como tosse ou espirro. (2) Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), doenças respiratórias são problemas que afetam as vias respiratórias, tanto as superiores (nariz, garganta) quanto as inferiores (pulmões). Elas variam desde infecções comuns, como resfriados, até doenças mais sérias, como pneumonia e tuberculose. (3) As infecções nas vias respiratórias superiores são comuns e, geralmente, não representam ameaças à vida. Já as infecções nas vias respiratórias inferiores, como

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O que é pré-diabetes?

Às vezes, a correria do dia a dia nos faz deixar de lado alguns cuidados essenciais. E é aí que a tal da “pré-diabetes” entra em cena, muitas vezes sem dar sinais claros. Mas afinal, o que é esse termo que anda rondando as conversas sobre saúde? É o que você vai descobrir neste texto. Na pré-diabetes, a glicose é alta, mas não atinge o limite para diabetes  Quando a glicose no sangue está um pouco acima do normal, pode indicar um estágio intermediário que pode aumentar o risco de ter diabetes e problemas no coração. Aproximadamente de 5 a 10% das pessoas nessa fase acabam desenvolvendo diabetes a cada ano. (1) No entanto, essa situação pode ser controlada com mudanças no estilo de vida, como uma alimentação saudável, manutenção ou perda de peso e exercícios físicos regulares. (1) Se detectada cedo, essa fase pode ser um alerta para identificar pessoas em alto risco, permitindo a implementação de estratégias preventivas mais rigorosas e proporcionando oportunidades para um controle adequado. (1) A Associação Americana de Diabetes chama esse estágio de ‘pré-diabetes’ e recomenda a verificação em pessoas sem sintomas, mas com fatores de risco, como obesidade, pressão alta e colesterol alto. Por outro lado, a Organização Mundial de Saúde prefere usar o termo ‘hiperglicemia intermediária’ em vez de ‘pré-diabetes’. (1) Para identificar a pré-diabetes, alguns critérios são considerados. A presença de um ou mais destes fatores, analisados por meio de exames de sangue, o diagnóstico pode ser confirmado: (2) Glicose em jejum entre 100 e 125

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10 sinais da falta de vitamina D no organismo

Nos últimos anos, temos visto um aumento na expectativa de vida da população, acompanhado de avanços científicos e tecnológicos. Porém, junto com essas mudanças, surgem novas preocupações de saúde. (1) Um desses tópicos em destaque é a vitamina D, que vai muito além de garantir ossos fortes. Pesquisas revelam que a falta dela pode estar relacionada a doenças crônicas, como câncer e doenças autoimunes, e pode até influenciar nosso sistema imunológico. (1) A seguir, vamos falar sobre os sinais de insuficiência de vitamina D e como isso pode impactar a sua saúde. Na verdade, a vitamina D é um hormônio Embora seja chamada de vitamina, a vitamina D é, na realidade, um hormônio. Sua função principal é manter o equilíbrio do cálcio e do fósforo no corpo, trabalhando em conjunto com as glândulas paratireoides, rins e intestinos. (2) A vitamina D é produzida pelo nosso corpo quando nos expomos ao sol e também pode ser obtida através da alimentação ou de suplementos. (3) Os principais tipos de vitamina D são o ergocalciferol (vitamina D2) e o colecalciferol (vitamina D3). (4) A vitamina D2 é geralmente encontrada em plantas, cogumelos, alimentos fortificados ou em suplementos vitamínicos. Enquanto isso, a vitamina D3 pode ser obtida a partir de alimentos e suplementos, mas é principalmente produzida pela pele após a exposição solar. (4) Manter níveis adequados de vitamina D é recomendado como um fator de proteção contra uma série de problemas de saúde, incluindo questões musculares, ósseas, infecciosas, câncer, doenças autoimunes, doenças cardíacas, diabetes e problemas cognitivos. (5)

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Quais são os suplementos mais populares no momento?

Em decorrência das mudanças no estilo de vida e, consequentemente, no padrão alimentar da população, suplementos vitamínicos e alimentos enriquecidos tornam-se veículos práticos de vitaminas para a sociedade. (1) O aumento da expectativa de vida e a preocupação com uma vida saudável passaram a ser prioridades para alguns indivíduos, que estão dispostos a investir tempo e recursos a fim de viver mais e melhor. (1) Neste texto, vamos apresentar os suplementos mais populares e alertar sobre a necessidade de usar esses recursos com moderação na busca por uma vida mais saudável. Para tudo na vida precisamos de responsabilidade e bom senso, e com esses suplementos não é diferente. Suplemento ou medicamento? No Brasil, os produtos à base de vitaminas e minerais se dividem em duas categorias: suplementos vitamínicos e medicamentos à base de vitaminas e minerais. A diferença entre eles está nos níveis de micronutrientes fornecidos na dosagem diária recomendada. (1) Segundo a Portaria nº 32/1998 da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS), “suplementos vitamínicos são alimentos que servem para complementar com estes nutrientes a dieta diária de uma pessoa saudável, em casos onde sua ingestão, a partir da alimentação, seja insuficiente ou quando a dieta requerer. Devem conter um mínimo de 25% e no máximo até 100% da Ingestão Diária Recomendada (IDR) de vitaminas e/ou minerais, na porção diária indicada pelo fabricante, não podendo substituir os alimentos, nem serem considerados como dieta exclusiva”. (1) Por outro lado, os medicamentos à base de vitaminas e minerais são caracterizados por terem esquemas

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Conheça 4 benefícios do cálcio para a saúde dos idosos

Envelhecer é um processo natural na vida dos seres humanos. Nessa fase, os idosos expõem condições muito vulneráveis, o que pode gerar uma carência nutricional e causar diversas patologias. (1) Um dos nutrientes deficitários dessa população é o cálcio, um mineral essencial para a formação óssea, desempenho cardiovascular, funções cognitivas e motoras. (2) Neste texto, vamos falar sobre a importância de garantir o aporte necessário de cálcio na alimentação da pessoa idosa, além de destacar seus benefícios para a saúde e uma maior qualidade de vida.. Os problemas de nutrição da população idosa O envelhecimento pode trazer consigo uma série de alterações fisiológicas e biológicas, especialmente nos sistemas nervoso e musculoesquelético. Essas mudanças, frequentemente, resultam em perdas cognitivas e físicas, como dificuldades de memorização, fadiga e redução da resistência muscular. (2) Diante dessas transformações, os idosos podem enfrentar um alto risco de problemas nutricionais, destacando-se a desnutrição. O processo de envelhecimento pode comprometer a capacidade de ingerir, digerir, absorver e metabolizar nutrientes dos alimentos, tornando muito importante o cuidado com os hábitos alimentares nessa fase da vida. (1) A definição de uma alimentação saudável também se modifica com a idade, visto que o metabolismo desacelera, demandando menos calorias, mas uma maior ingestão de determinados nutrientes. (3) Para garantir uma dieta equilibrada, é essencial incluir fontes de gorduras saudáveis, como salmão, nozes e abacate, além de carnes magras. Evitar alimentos gordurosos e não pular refeições é recomendado, pois o atendimento inadequado às necessidades nutricionais pode levar ao desenvolvimento de distúrbios digestivos durante o processo de envelhecimento.

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Alimentos inflamatórios e anti-inflamatórios

Há milhares de anos, Hipócrates já afirmava “que teu alimento seja teu remédio e que teu remédio seja teu alimento”. Ele estava certo. A alimentação é muito importante para a saúde de cada pessoa, mas isso depende do que se come todos os dias. (1,2) Por isso, cada vez mais, é preciso buscar o equilíbrio na dieta para evitar problemas, como um estado de inflamação prolongado. Apesar de a inflamação ser considerada um processo natural e necessário ao organismo, se estiver em excesso, pode trazer desequilíbrios importantes, além de causar dor, incomodar e até deixar cicatrizes. (3) Tendo em vista essas características e reforçando a importância dos alimentos que consumimos para manter a nossa saúde, nesta publicação, vamos falar sobre o cuidado que você precisa ter na hora de se nutrir, porque, da mesma forma que existem alimentos que reduzem o quadro inflamatório, outros beneficiam o seu desenvolvimento. Por que combater a inflamação? A inflamação é um sinal de que o corpo está lutando para restabelecer a ordem que, por algum motivo, foi alterada. (3) Normalmente aparecem sintomas como inchaço e dor localizada são comuns e podem desaparecer em pouco tempo. O problema está em quando essa inflamação torna-se extensiva, pois pode ser altamente prejudicial ao corpo (3) Quando definida do tipo crônico, a inflamação acaba se tornando raiz de muitas doenças desafiadoras e graves, como Alzheimer, câncer, depressão, doenças cardiovasculares, obesidade e derrame. Na inflamação crônica, as citocinas são continuamente distribuídas na circulação do corpo, causando inflamação dos tecidos. (4) O seu sistema imunológico

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Como lidar com a perda óssea na pós menopausa? Confira 5 dicas

A trajetória da mulher através da menopausa é uma fase da vida marcada por transformações profundas e desafiadoras. À medida que o ciclo menstrual se encerra e o corpo se adapta a uma nova realidade hormonal, surgem questões de saúde que merecem nossa atenção especial. Uma dessas questões é a perda óssea na pós-menopausa. Neste texto, vamos falar sobre o impacto dessa transformação no corpo feminino e as medidas que podem ser adotadas para promover a saúde óssea e o bem-estar nessa fase da vida. O que pode influenciar a perda óssea?  A quantidade de osso em nosso corpo atinge seu nível máximo logo após o término de nosso crescimento, determinado pelos nossos genes. No entanto, o ambiente em que vivemos também desempenha um papel crucial na quantidade final de osso que teremos. (1) Estudos com gêmeos idênticos sugerem que, ao longo da vida, fatores ambientais podem ser mais importantes do que os genes por si só quando se trata de perder massa óssea. Isso ressalta o quanto o ambiente influencia a osteoporose, uma condição que enfraquece os ossos. (1) Após atingirmos o pico de massa óssea, começamos a perder um pequeno percentual dela a cada ano, e essa perda se torna mais rápida após a menopausa nas mulheres, chegando a ser até 10 vezes maior do que antes da menopausa. (1) Nos primeiros 5 a 10 anos após a última menstruação, essa perda pode ser significativa, afetando diferentes tipos de osso em nosso corpo. (1) Osteoporose na pós menopausa A osteoporose é uma doença

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