ômega 3

EPA

EPA, coração e câncer: entenda essas relações

EPA! Já ouviu falar? Estamos falando do ácido eicosapentaenoico, um dos ácidos graxos mais importantes do tipo ômega 3, que não só atua na redução dos riscos de doenças cardiovasculares, como também na minimização de tumores cancerígenos. Sem contar os benefícios relacionados à sua propriedade antioxidante e anti-inflamatória, contribuindo para o bom funcionamento do organismo. (1) Este é um conteúdo que pode te auxiliar na jornada em busca de uma vida mais saudável. Sendo assim, neste texto, você vai entender os benefícios que o EPA oferece à nossa saúde e onde encontrá-lo para implementá-lo de vez na dieta. Vamos lá?! EPA e ômega 3 são a mesma coisa? O EPA é ômega 3, mas para responder a essa pergunta é importante entendermos que nem todo ômega 3 é igual ao outro. Mas, como assim? Bem, existem 3 tipos conhecidos e cada um age de modo distinto. Quando definimos o ômega 3, podemos dizer que trata-se de um ácido graxo poli-insaturado de cadeia longa que é constituído pelos ácidos alfa-linolênico (ALA), docosahexaenóico (DHA) e eicosapentaenoico (EPA). (1,2) O EPA e o DHA são considerados os ácidos graxos mais importantes do grupo ômega 3. Abordamos essa dupla no nosso mais recente e-book (INCLUIR LINK), você já conferiu? Essas gorduras são derivadas de animais e também podem ser encontradas em suplementos. O organismo humano não produz ômega 3, porém, o corpo é capaz de transformar o ALA em EPA e DHA, e os tecidos capazes de fazer isso, por meio de sistemas enzimáticos de alongamento e dessaturação, são:

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alimentos funcionais e superalimentos

A diferença entre alimentos funcionais e superalimentos

Provavelmente você já deve ter ouvido falar em alimentos funcionais e no termo “superalimentos”, popularizados nos últimos anos pelo crescente interesse em assegurar refeições mais saudáveis no dia a dia. Da perda de peso até a prevenção do câncer, (1) esses supostos mantimentos poderosos integram dietas milagrosas e cada vez mais adentram nossos lares. Logo, a fama gera dúvidas: será que essas denominações estão corretas? Superalimentos e alimentos funcionais são a mesma coisa? E, afinal, por que são considerados importantes? Nesse texto, você vai descobrir que alimentos milagrosos não existem e que uma alimentação equilibrada e diversificada é o caminho mais potente a ser seguido. (2) Superalimentos: existem mesmo ou é só marketing? A expressão “superalimentos” foi mencionada pela primeira vez em 2004, no livro “SuperAlimentos: Quatorze alimentos que mudarão sua vida” escrito pelo Doutor Steven Pratt. Mais tarde, com a disseminação desse termo, surgiram outros alimentos, além dos 14 apresentados pelo médico. (3) Superalimento é uma descrição utilizada para caracterizar produtos abundantes em nutrientes e considerados especialmente benéficos para a saúde. No entanto, não se trata de uma nomenclatura científica, mas de uma definição voltada para fins comerciais. (1) Reforçando: o termo “superalimento” é apenas uma criação de marketing alheia a qualquer determinação científica. (2) É preciso ter em mente que esses alimentos são excelentes para a manutenção da saúde, mas esse fato não os torna independentes e autossuficientes na dieta. Eles detêm agentes inibidores de doenças, oferecem propriedades anti-inflamatórias, reforçam o sistema imunológico e regulam o metabolismo. No entanto, a utilização do termo

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ômega 3 e gestação

Ômega 3: qual a importância para gestantes?

Os cuidados com a saúde devem estar presentes em todas as fases da vida, mas algumas, em especial, requerem mais atenção, como a gestação. O ômega 3 é um nutriente que pode ser aliado das mamães nessas fases que passam a ser cruciais em sua vida: gravidez, amamentação e a própria saúde do recém-nascido. Mulheres gestantes precisam cuidar de si e dos pequenos que estão a caminho. Estes pequeninos seres chegam ao mundo tão indefesos que precisam dos cuidados da mãe desde o ventre para que tenham um nascimento seguro e um desenvolvimento saudável. Ao longo da gravidez, a mulher possui diferentes necessidades nutricionais. O pré-natal é fundamental nesta fase, pois o acompanhamento mensal garante que todos os cuidados serão tomados. Além de explicarmos sobre os benefícios do ômega 3, vamos mostrar qual o melhor tipo de ômega 3 para o consumo durante o período de gestação. Ômega 3 Famoso no mundo e citado diversas vezes aqui no blog, já que suas funções são tão benéficas a saúde, o ômega 3 são ácidos graxos essenciais que não são fabricados pelo nosso organismo. Por ser fundamental à nossa saúde, precisamos garantir a ingestão dele através de alimentos e suplementos no dia a dia.(1)   Entre os benefícios mais conhecidos e relevantes, podemos citar: fortalecimento da memória, concentração e funções cognitivas, melhora no quadro de doenças cardiovasculares e obesidade.(2) Todos esses benefícios já foram amplamente estudados por médicos e cientistas. O que está na mira dos pesquisadores mais recentemente é como esse nutriente pode auxiliar a mulher

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Produção sustentável de ômega 3: será que isso é possível?

Produção sustentável de ômega 3: será que isso é possível?

Por diversas vezes, quando abordamos o esse tipo de ácido graxo poli-insaturado aqui no blog, deixamos claro que as principais fontes de DHA, um tipo de ômega-3, são os óleos de peixe. Será que é possível continuar produzindo esse tipo de alimento/suplemento em larga escala, de maneira sustentável, atendendo à demanda que se faz crescente cada vez mais, sem causar danos à natureza, aos recursos naturais e, ao mesmo tempo, não colocar esses animais em risco de extinção? Esse é o tema dessa publicação e vamos descobrir agora! Além disso, também vamos falar sobre a busca por outras fontes ricas de ômega-3 que não sejam os animais marinhos, pois se tornam uma alternativa em vários quesitos relacionados à sustentabilidade da produção dessas substâncias tão essenciais para a saúde humana. Por que o ômega-3 tem sido cada vez mais procurado pelas pessoas? Como citamos anteriormente e em diversas matérias publicadas aqui, os ácidos graxos são essenciais na saúde do corpo humano e não são produzidos por ele. Por isso, é preciso buscá-lo através da nossa alimentação. Nos últimos anos, notamos uma maior procura por esses alimentos que são necessários para manter em condições normais as membranas celulares, as funções cerebrais e a transmissão de impulsos nervosos. Além disso, os ácidos graxos poli-insaturados possuem propriedades anti-inflamatórias e antiarrítmicas, estando associados à melhora da saúde cardiovascular. E não para por aí: pesquisas mostram que eles são benéficos para o desenvolvimento visual de recém-nascidos e para a memória dos adultos e muitos outros pontos positivos. (1) Sendo assim, hoje,

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Ômega 3: conheça os benefícios para a saúde do coração

Todo mundo já ouviu falar que o ômega 3 faz bem para a saúde, certo? Mas você sabia que ele pode auxiliar – e muito – na saúde do nosso coração? Nesse texto, vamos abordar os principais benefícios desse óleo para o sistema cardiovascular. Mas antes, falaremos um pouquinho sobre o coração. Fique de olho no coração Segundo estudos da OMS (Organização Mundial de Saúde), a principal causa de morte no mundo são os doenças cardiovasculares. Para sermos mais exatos, as mortes por doenças associadas ao coração representam 30% das mortes globais. Outro dado importante é que 80% dessas mortes acontecem em países de média e baixa rendas – como o Brasil. (1) A base para as doenças cardiovasculares é o acúmulo de gordura, cálcio e outras substâncias nas artérias e veias, conhecida como aterosclerose. O grande problema é que a aterosclerose se desenvolve de forma silenciosa, e, quando se manifesta, pode ser tarde demais. (1) Problemas como o infarto e o acidente vascular encefálico estão associadas com determinantes fatores de risco cardiovascular, como a obesidade, hipertensão arterial sistêmica, diabetes etc. (1) Fora isso, a aterosclerose se qualifica por um processo inflamatório crônico na parede vascular, além de elevar os marcadores inflamatórios séricos, o que está relacionado a eventos cardiovasculares. (1) E como prevenir essas doenças? Controlar a pressão arterial, por exemplo, diminui a chance de eventos cardiovasculares. Além disso, quando falamos sobre os processos inflamatórios, medicamentos e mudanças no estilo de vida – como a alimentação – podem ajudar a limitar o processo de

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Ômega 3: conheça os benefícios desse ácido graxo na saúde da mulher

O universo feminino é cheio de particularidades e quanto mais nos aprofundamos nele, mais percebemos o quanto ele pode ser complexo e doce ao mesmo tempo. A saúde, parte essencial para uma vida plena e feliz em qualquer ser humano, na mulher, também deve ser abordada de uma maneira cuidadosa e analisando todos os fatores associados ao organismo feminino. Não é nenhuma novidade que, quando estamos falando de saúde, a alimentação se torna um personagem importante nesta pauta e é sobre ela e, especificamente, sobre o papel do ômega 3 na saúde da mulher que vamos conversar com você hoje. Antes de tudo, um resumo muito breve sobre quem são os ácidos graxos e sua relação com as inflamações no organismo: Os ácidos graxos são substâncias que fazem parte da estrutura de membranas celulares, participando de funções energéticas e metabólicas, além de formarem hormônios e sais biliares. (1) Todos os ômegas são considerados ácidos graxos, mas existem os que o nosso organismo é capaz de produzir e os que ele não produz. Os famosos ácidos graxos essenciais conhecidos como ômegas 3 e ômega 6, são exemplos dos que nosso corpo não produz e, por isso, devemos obtê-los através dos alimentos. (1) Como falamos, ambos são essenciais para o nosso organismo, mas é preciso atenção na quantidade de cada um que ingerimos. A ação do ômega 3 está relacionada com a prevenção de doenças inflamatórias. Já o ômega 6 tem um importante papel no bom funcionamento do sistema imunológico. Porém, quando está em excesso ou em

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Ômega 3 e crianças: mais saúde desde os primeiros dias de vida!

Os benefícios contidos nos alimentos estão presentes na nossa vida mesmo antes de nascermos! Os nutrientes que o bebê recebe ainda dentro da barriga da mãe são essenciais para sua formação e desenvolvimento saudável. Pensando nesse tema, vamos explicar a relação entre o ômega 3 com a saúde infantil e, para isso, vamos começar, literalmente, do começo, mas prometemos ir direto ao ponto! Acompanhe: Ácidos graxos e, especificamente, ômega 3: o que são? Os ácidos graxos fazem parte da estrutura das membranas das células e desempenham funções energéticas e metabólicas. Além disso, eles também estão presentes na formação dos hormônios e sais biliares.  O ômega 3 faz parte do que chamamos de ácidos graxos essenciais, que são aqueles que o nosso organismo não sintetiza (não produz) e que precisam ser providenciados por meio da alimentação ou suplementação. (1) O DHA, ácido docosahezaenoico, que está presente no ômega 3, é considerado o ácido graxo poli-insaturado de cadeia longa mais importante para o desenvolvimento do feto e, junto com o ácido araquidônico (AA), se tornam os principais componentes dos ácidos graxos do cérebro. (1) Ômega 3 no leite materno Após nascer, a função da placenta é substituída pelo leite materno no que diz respeito aos nutrientes que serão ingeridos pelo bebê. (1) Já ouviu dizer que o leite materno é um alimento completo? E é mesmo! É através dele que o pequeno continua recebendo os ácidos graxos essenciais. Para se ter uma ideia, o leite materno apresenta três vezes mais AA (ácido araquidônico) e DHA (ácido docosahezaenoico)

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DHA: por que ele deve estar presente na alimentação de toda gestante?

Junto com o positivo no teste de gravidez, vêm inúmeras dúvidas, sentimentos, preocupações e a ansiedade. Afinal, gerar uma vida é, provavelmente, uma das experiências mais mágicas e importantes na vida de uma mulher. Entre todos os itens da lista da vida de uma gestante, o cuidado com a alimentação se torna prioridade quase que automaticamente, não é mesmo? E não é por menos! Pois, pelos próximos nove meses, o corpo dela será o lar e o porto seguro para um bebê que precisa crescer e se desenvolver de maneira tranquila e saudável até estar pronto para nascer. Ao saber que está grávida e dar início ao acompanhamento pré-natal, termos como ácido fólico, cálcio e ferro se tornam muito familiares na vida da mulher. Porém, hoje viemos falar de um ácido graxo essencial que também vai oferecer diversos benefícios para a mãe, mas, principalmente, para o bebê, o DHA (ácido docosaexaenoico). DHA na gestação O DHA é considerado o tipo de ômega 3 (ácido graxo essencial) mais importante no desenvolvimento neonatal.  Ele e o ácido araquidônico, que constitui a membrana de todas as nossa células, são os principais componentes dos ácidos graxos cerebrais. Vamos entender por quê? (1) A qualidade da alimentação da mãe, mesmo antes de engravidar, é muito importante, já que ela determina o tipo de ácido graxo que irá se acumular no tecido fetal. O transporte desses ácidos graxos essenciais acontece por meio da placenta e eles são depositados no cérebro e retina do feto. Sendo assim, os ácidos graxos contidos no

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Ômega 3 pode fazer bem para a saúde dos seus olhos. Quer ver?

Recentemente, abordamos as propriedades e funções do ômega 3 no nosso organismo e relacionamos elas ao tratamento da ansiedade e depressão, além de auxiliar no tratamento desses transtornos, devido à sua função anti-inflamatória, esse ácido graxo essencial oferece diversos outros benefícios em outras áreas da nossa saúde e é sobre uma delas que vamos abordar hoje: a saúde ocular. Continue acompanhando! Síndrome de Disfunção Lacrimal Para dar início a esta associação entre saúde ocular e ômega 3,é importante falar sobre essa síndrome. Mais conhecida como olho seco, ela é bastante comum e afeta uma porcentagem significativa (entre 10 e 30%) da população mundial, principalmente, mulheres e adultos acima de 40 anos. Multifatorial, é caracterizada por uma série de alterações na superfície ocular que podem estar associadas com a qualidade e composição da lágrima, com a composição do filme lacrimal, deficiências no ato de piscar e/ou irregularidades no fechamento das pálpebras. Estas alterações podem levar à instabilidade do filme lacrimal e resultar a distúrbios na superfície ocular.(1,2,3) O olho seco pode causar sérios prejuízos à qualidade de vida porque seus sintomas incluem secura ocular, dor, desconforto, coceira, falta de lágrima, visão embaçada e sensação de presença de um corpo estranho nos olhos, que podem interferir no dia a dia do indivíduo, em situações rotineiras como dirigir, ler, trabalhar, utilizar o computador e assistir televisão.(2,3) Enzimas de proteção ocular, como a lisozima, lactoferrina e peroxidase, são secretadas pela glândula lacrimal em resposta ao estímulo neuronal e, aparentemente, diminuem com a idade, o que pode indicar um declínio

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Magnésio no combate à depressão e ansiedade

Há pouco tempo, abordamos como o ômega 3 pode auxiliar no tratamento da depressão e ansiedade e, hoje, viemos relacionar outro elemento essencial para o corpo humano no que diz respeito ao tratamento desses transtornos mentais que são considerados um grande problema de saúde pública no mundo inteiro! Neste texto, ficará ainda mais evidente a relação entre a nossa saúde mental com a alimentação e o estilo de vida. Continue acompanhando. A importância do magnésio para o corpo humano Este mineral essencial oferece diversos benefícios em várias funcionalidades do nosso organismo, como na melhora na saúde dos ossos e músculos, prevenção do diabetes, melhora do desempenho físico, energia para o corpo e outras, além de desempenhar função anti-inflamatória. Sua deficiência está associada a diversos problemas de saúde, como acidentes coronarianos, aumento de pressão arterial, arritmias cardíacas, infarto agudo no miocárdio, osteoporose e depressão. Falaremos mais sobre esse último item! (1, 2) Por que ficamos deficientes de magnésio? A principal causa da deficiência deste mineral no nosso organismo é uma dieta rica em alimentos industrializados e pobre em alimentos naturais, como vegetais escuros (couve, espinafre e salsinha, por exemplo), oleaginosas (castanhas e nozes), cacau, leguminosas, grãos e outros. Além disso, estamos sendo envenenados pelos nossos alimentos! Pois a qualidade dos solos e o uso de pesticidas estão diretamente ligados à deficiência do magnésio. (2, 3) Sabe o que mais pode causar deficiência de magnésio? O estresse! Passar por situações estressantes pode contribuir para a redução dos níveis de magnésio no corpo. (2, 3) O magnésio e

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Como o ômega 3 pode auxiliar no tratamento de depressão e ansiedade?

Muito se fala na relação da dieta com a saúde física e o desenvolvimento de doenças relacionadas à deficiência de importantes nutrientes no nosso organismo, mas não é tão comum a gente se deparar com informações que abordam a relação entre os alimentos e os aspectos psicológicos, não é mesmo? Já parou para questionar se o que você come pode interferir positiva ou negativamente na sua saúde mental? É sobre isso e, especificamente, sobre os benefícios do ômega 3 no auxílio ao tratamento da ansiedade e da depressão que vamos falar hoje. Vamos lá? Estudos já mostraram que a qualidade da nossa alimentação tem relação direta com transtornos de humor e ansiedade. (1) Além desse dado que citamos, outro estudo, realizado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, revelou que idosos com depressão apresentam baixas concentrações de ômega 3 no organismo. (2,3) Para compreendermos a relação entre eles, vamos entender melhor sobre o que são a ansiedade e a depressão? Entenda a diferença entre ansiedade e depressão: Resumidamente, são os transtornos mentais mais comuns dentre os seres humanos e um grande problema de saúde pública mundial! (1) Sofrer por antecipação, ter medo, ficar apreensivo ou tenso, são sintomas comuns que caracterizam a ansiedade. Dependendo do nível deste transtorno, ele pode se transformar numa patologia que afeta toda a qualidade de vida do indivíduo, podendo se externar por meio de sintomas como: taquicardia, falta de ar, desespero, tontura, tremores e calafrios, retraimento social, sensação de sufocamento e outros. (1) Já a depressão, que

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